"Vives novamente na carne para o burilamento do teu espírito." - Militão Pacheco

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domingo, 18 de setembro de 2016

VAMOS REFLETIR?



“No começo, eu tinha o entusiasmo da juventude. Pedia a Deus que me desse forças para mudar a humanidade. Aos poucos, percebi que isto era impossível. Então passei a pedir a Deus que me desse forças para mudar quem estava à minha volta”.

“Agora já estou velho, e minha oração é muito mais simples. Peço a Deus o que devia ter pedido desde o começo”.

“Peço para que consiga mudar a mim mesmo”.

Paulo Coelho

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

O FILHO DO ORGULHO




O melindre - filho do orgulho - propele a criatura a situar-se acima do bem de todos. É a vaidade que se contrapõe ao interesse geral. 

Assim, quando o espírita se melindra, julga-se mais importante que o Espiritismo e pretende-se melhor que a própria tarefa libertadora em que se consola e esclarece.

O melindre gera a prevenção negativa, agravando problemas e acentuando dificuldades, ao invés de aboli-los. Essa alergia moral demonstra má-vontade e transpira incoerência, estabelecendo moléstias obscuras nos tecidos sutis da alma.

Evitemos tal sensibilidade de porcelana, que não tem razão de ser.

Basta ligeira observação para encontra-la a cada passo:

É o diretor que tem a sua proposição refugada e se sente desprestigiado, não mais comparecendo às assembléias.

O médium advertido construtivamente pelo condutor da sessão, quanto à própria educação mediúnica, e que se ressente, fugindo às reuniões.

O comentarista admoestado fraternalmente para abaixar o volume da voz e que se amua na inutilidade.

O colaborador do jornal que vê o artigo recusado pela redação e que se supõe menosprezado, encerrando atividades na imprensa.

A cooperadora da assistência social esquecida, na passagem de seu aniversário, e se mostra ferida, caindo na indiferença.

O servidor do templo que foi, certa vez, preterido na composição da mesa orientadora da ação espiritual e se desgosta por sentir-se infantilmente injuriado.

O doador de alguns donativos cujo nome foi omitido nas citações de agradecimento e surge magoado, esquivando-se a nova cooperação.

O pai relembrado pela professora das aulas de moral cristã, com respeito ao comportamento do filho, e que, por isso, se suscetibiliza, cortando comparecimento da criança.

O jovem aconselhado pelo irmão amadurecido e que se descontenta, rebelando-se contra o aviso da experiência.

A pessoa que se sente desatendida ao procurar o companheiro de cuja cooperação necessita, nos horários em que esse mesmo companheiro, por sua vez, necessita de trabalhar a fim de prover a própria subsistência.

O amigo que não se viu satisfeito ante a conduta do colega, na instituição, e deserta, revoltado, englobando todos os demais em franca reprovação, incapaz de reconhecer que essa é a hora de auxílio mais amplo.

O espírita que se nega ao concurso fraterno somente prejudica a si mesmo.

Devemos perdoar e esquecer se quisermos colaborar e servir.

A rigor, sob as bênçãos da Doutrina Espírita, quem pode dizer que ajuda alguém? Somos sempre auxiliados.

Ninguém vai a um templo doutrinário para dar, primeiramente.

Todos nós aí comparecemos para receber, antes de mais nada, sejam quais forem as circunstâncias.

Fujamos à condição de sensitivas humanas, convictos de que a honra reside na tranqüilidade da consciência, sustentada pelo dever cumprido.

Com a humildade não há o melindre que piora aquele que o sente, sem melhorar a ninguém.

Cabe-nos ouvir a consciência e segui-la, recordando que a suscetibilidade de alguém sempre surgirá no caminho, alguém que precisa de nossas preces, conquanto curtas ou aparentemente desnecessárias.

E para terminar, meu irmão, imagine se um dia Jesus se melindrasse com os nossos incessantes desacertos...

Livro: O Espírito da Verdade
Cairbar Schutel & Francisco Cândido Xavier

Fonte: http://mensagemdeluz.kit.net/

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

O BEM É MUITO SIMPLES



Você já sorriu hoje?

É provável que não tenha percebido o valor do sorriso.


Esse conjunto de peroladas gemas que você traz na boca, ao se mostrar no impulso da sua alegria, é capaz de mover incríveis obstáculos, de transformar ocorrências ou de iluminar vidas.


É muito fácil sorrir. O sorriso é muito simples. É como respirar...


Compreensível é que você se sinta tímido para realizar uma pequena gentileza por falta de hábito; ceder um assento a alguém; carregar um pacote para algum idoso, gestante ou para quem esteja com dificuldades; prestar uma informação com boa vontade ou silenciar diante de alguma provocação maligna.


Afinal, nas vias terrenas, a esperteza criminosa, a pornografia granfina, a violência diária, o desequilíbrio, é que costumam receber aplauso, merecer páginas de jornais e virar notícia de televisão quase sempre. 


Pense, porém, que é imprescindível que a gente aprenda a criar intimidade com a bondade.


Torna-se muito simples fazer o bem, desde que você não esteja assoberbado por mágoas, por culpas, por anseios gananciosos ou estados de rebeldia íntima.


No esforço de aproveitar cada um dos seus dias, faça o bem que puder, qualquer que ele seja, onde você estiver, porque o bem responde sempre com novo bem, que se dirige, invariavelmente, às pessoas que lhe deram nascedouro.


Muito bom e fácil de ser desenvolvido é o ato voltado para a bondade, para a benignidade, para a gentileza em qualquer nível.


Praticar o bem em qualquer das suas dimensões, seja objetiva ou subjetivamente, significa acumular alegria e harmonia no próprio coração.


* * *

Onde estejamos, seja onde for, não olvidemos estender o sorriso, por oferta sublime da própria alma.


Ele é o agente que neutraliza o poder do mal e a oração inarticulada, que inibe a extensão das trevas.


Com ele, apagaremos o fogo da cólera, cerrando a porta ao incêndio da crueldade.


Por ele, estenderemos a plantação da esperança, soerguendo almas caídas na sombra, para que retornem à luz. 


Em casa, é a benção da paz, na lareira da confiança.


No trabalho, é música silenciosa incentivando a cooperação.


No mundo, é chamamento de simpatia.


Sorrindo para a dificuldade, a dificuldade transformar-se-á em socorro de nossa vida.


Sorrindo para a nuvem, e ainda mesmo que a nuvem se desfaça em chuva de lágrimas em nossos olhos, o pranto será conforto do céu, a fecundar-nos os campos do coração.


Não nos roga o desesperado solução do enigma de sofrimento que lhe persegue o destino. Implora-nos um sorriso de amor, que renove as forças, para que prossiga em seu atormentado caminho.


E, em verdade, se os famintos e os nus nos pedem pão e agasalho, esperam de nós, acima de tudo, o sorriso de ternura e compreensão que lhes acalme chagas ocultas.


Não condenemos as criaturas que se arrojam aos precipícios da violência e do crime. Ofereçamos o sorriso generoso da fraternidade, que ajuda incessantemente, e voltar-se-ão, renovadas, para o roteiro do bem.


Sorrindo,trabalhemos e aprendamos, auxiliando e amando sempre. 


Lembremos de que o sorriso é o orvalho da caridade e que em cada manhã, o dia renascente no céu é um sorriso de Deus.

Redação do Momento Espírita, com base no cap. 27, do livro Ações corajosas para viver em paz, pelo Espírito Benedita Maria, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter e no cap.Sorriso, do livro Sentinelas da alma, pelo Espírito Meimei, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. IDEAL. Em 5.8.2016.


Fonte: http://www.momento.com.br

sexta-feira, 8 de julho de 2016

A HARMONIA DO UNIVERSO


Autor: José Reis Chaves


Inspirei-me para esta coluna no interessante "Debate do Dia", em O TEMPO de 10-4-2003: "O equilíbrio sempre existiu na natureza?"

É uma idéia muito particular e subjetiva a de quem afirma que não há harmonia no cosmo e na natureza. E ter-se-ia um dos debatedores confundido macrocosmo com macrossomo? Ele tachou o Universo de macrossomo (monstruoso, por ser muito grande) e microssomo (monstruoso, por ser muito pequeno). E há diferença, sim, entre as leis do microcosmo e macrocosmo, mas, quantitativa, e não qualitativa, pois as partes estão contidas no todo. Na natureza, às vezes, há destruição, como no papel de Xiva na Trindade Hindu, o qual destrói, sim, mas para uma reconstrução nova e melhor. Xiva corresponde ao que é o (um) Espírito Santo cristão, que constrói o que é bom e santo. Cosmo é sinônimo de universo, e significa perfeição, harmonia, beleza. Daí, cosmético, o que embeleza, e que tem como antônimo caos, abismo, feio, como era tudo antes de Deus criar as primeiras coisas, segundo a Bíblia.

Cientistas da Física Quântica, como Max Planck, Niels Bohr, Werner Heisenberg, afirmam que nós, ao observarmos um fenômeno, não somos só observadores, mas também, co-participantes dele, e que, com a nossa consciência, podemos influenciar todas as energias do universo. Se assim é, não seria a nossa consciência responsável, também, pelas energias causadoras dos distúrbios e cataclismos naturais, já que ela é, igualmente, a responsável pelos nossos carmas ou Lei de Causa e Efeito?

Segundo os físicos quânticos, as coisas invisíveis são mais reais do que as visíveis, o que está de acordo com o ensino de São Paulo: "Não nos prendamos às coisas visíveis que são transitórias, mas às invisíveis que são eternas". E é ainda Paulo que ensina: "O visível vem a existir das coisas que não aparecem" (Hebreus 11,3). Aliás, tudo que surge, como sendo visível, desaparece, mas sem se perder, ao voltar ao invisível, pois tudo volta à sua fonte de origem. Isso nos lembra Lavoisier: "Nada se cria, nada se perde, tudo se transforma". Lembra-nos, também, Pietro Ubaldi ("A Grande Síntese"): "Tudo que começa tem fim, e tudo o que tem fim recomeça, como tudo o que nasce morre, e tudo o que morre, renasce". E ainda nos lembra Salomão: "O que foi é o que há de ser ; e o que se fez, isso se tornará a fazer: nada há, pois, de novo debaixo do Sol" (Eclesiastes 1,9). E, principalmente nós, espíritos imortais, não somos novos debaixo do Sol, pois já estivemos aqui na Terra em várias encarnações passadas. 

Terminamos esta matéria sobre a harmonia do Universo, citando Einstein, que, antes de desencarnar, tornou-se também um físico quântico: "Creio em Deus que se revela na harmonia ordenada do Universo, e que a inteligência está manifesta em toda a Natureza." 

Autor de "Quando Chega a Verdade", Ed.Martin Claret, entre outros livros.

E-mail: escritorchaves@ig.com.br

Fonte: http://www.oespiritismo.com.br

segunda-feira, 13 de junho de 2016

A INVEJA E O ORGULHO - Armando Falconi

Descrição: Yasmin Madeira realiza entrevista com o expositor espírita Armando Falconi sobre o tema "A Inveja e o Orgulho" no programa Despertar Espírita, Produzido pelo Clube de Arte. Exibido na tvnovaluz.com

DESAFIOS DO MÉDIUM NA PRÁTICA MEDIÚNICA - Armando Falconi

Descrição: Yasmin Madeira realiza entrevista com o expositor espírita Armando Falconi sobre o tema "Desafios do Médium na Prática Mediúnica" no programa Despertar Espírita Mediunidade, Produzido pelo Clube de Arte. Exibido na tvnovaluz.com

terça-feira, 7 de junho de 2016

Ciúme e Traição - Armando Falconi

Descrição: Berenice Lima realiza entrevista com o terapeuta, escritor e expositor espírita Armando Falconi sobre Ciúme e Traição, no programa Despertar Espírita. Produção Clube de Arte e Grupo Espírita Eurípedes Barsanulpho. Exibido na tvnovaluz.com.


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