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terça-feira, 13 de setembro de 2022
segunda-feira, 12 de setembro de 2022
quinta-feira, 1 de setembro de 2022
CRISTO
Cristo
Com estas palavras: o Céu e a Terra não passarão antes que tudo se cumpra até ao último jota, Jesus quis dizer que era preciso que a Lei de Deus fosse cumprida, ou seja, fosse praticada em toda a Terra, em toda a sua pureza, com todos os seus desenvolvimentos e todas as suas consequências. Pois para que serviria ter estabelecido esta lei, se esta devesse continuar privilégio de alguns homens ou mesmo de um só povo? Sendo todos os homens filhos de Deus, são, sem distinção, objecto da mesma solicitude.
Mas o papel de Jesus não foi simplesmente o de um legislador moralista, sem mais autoridade que a sua palavra. Veio cumprir as profecias que tinham anunciado a sua vinda. A sua autoridade resultava da natureza excepcional do seu espírito e da sua missão divina. Veio ensinar aos homens que a verdadeira vida não é na Terra, mas no reino dos céus; ensinar-lhes o caminho que aí conduz, os meios de se reconciliarem com Deus e preveni-los sobre as coisas futuras para o cumprimento dos destinos humanos. No entanto, não disse tudo e sobre muitos pontos limitou-se a depositar o gérmen da verdade, que ele próprio declarou ainda não poderem ser compreendidos. Falou de tudo, mas em termos mais ou menos explícitos, para se apanhar o sentido oculto de certas palavras, era preciso que novas ideias e novos conhecimentos viessem fornecer a chave e essas ideias não podiam vir antes de o espírito humano atingir um certo grau de maturidade. A ciência devia contribuir poderosamente para o desabrochar e para o desenvolvimento dessas ideias; era preciso, portanto, dar à ciência tempo para progredir.
Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo (Cap. I, itens 3 e 4.)
Extraído de: http://temp3cmqnrffbbi3.blogspot.com
domingo, 28 de agosto de 2022
OS OBREIROS DO SENHOR
Os obreiros do Senhor
Chegais ao tempo em que irão cumprir-se as coisas anunciadas para a transformação da humanidade. Felizes aqueles que tiverem trabalhado no campo do Senhor com desinteresse e sem outro objectivo a não ser o da caridade! As suas jornadas de trabalho serão pagas em cêntuplos daquilo que pensavam receber. Felizes os que tiverem dito aos seus irmãos: «Irmãos, trabalhemos juntos e unamos os nossos esforços, a fim de que o Senhor encontre a sua obra acabada quando chegar», porque o Senhor lhes dirá: «Vinde comigo, vós que sois bons servos, vós que fizestes calar os vossos ciúmes e as vossas discórdias, para que a obra não sofresse com isso!» Mas infelizes daqueles, por causa das suas discórdias, tiverem atrasado a hora da colheita, porque a tempestade virá e eles serão levados pelo turbilhão! Gritarão: «Misericódia! Misericórdia!» Mas o Senhor dir-lhes-á: «Por que pedis misericórdia, vós que não tivestes piedade dos vossos irmãos e que vos recusastes estender-lhes a mão, vós que esmagastes o fraco em vez de o apoiar? Por que pedis misericórdia, vós que procurastes a vossa recompensa nas alegrias da Terra e na satisfação do vosso orgulho? Vós já recebestes a vossa recompensa, tal como a quisestes. Não peçais mais nada: as recompensas celestes são para aqueles que não pediram as recompensas na Terra.»
Deus faz neste momento o inventário dos seus servidores fiéis e marcou com o seu dedo aqueles que só aparentam devoção, para que não usurpem o salário dos servidores corajosos, por que é a esses que não recuaram perante a sua tarefa que Ele vai confiar os postos difíceis na sua grande obra de regeneração através do Espiritismo e estas palavras cumprir-se-ão: «Os primeiros serão os últimos e os últimos serão os primeiros no reino dos céus!» (Espírito da Verdade. Paris, 1862.)
Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo (Cap. XX, item 5.)
Extraído de: http://temp3cmqnrffbbi3.blogspot.com